E no Brasil? O Sudão oculta-se em terras brasileiras, castigadas pela miséria, pela fome, pela doença, pelo descaso. Nosso silêncio perante as injustiças sociais também mata. São poucos aqueles que defendem o direito de vida dos excluídos e marginalizados socialmente. Trabalhamos e estudamos numa escola em pastoral e é nosso dever refletir sobre as mazelas do mundo e, principalmente, de nosso país. Nós podemos fazer a diferença para a vida daqueles que são vítimas de uma extrema e cruel desigualdade social. Que no dia 20 de novembro, ao relembrarmos a trajetória de Zumbi de Palmares e o Dia da Consciência Negra, nossos olhos possam ser capazes de captar o que está à nossa volta e mobilizar-nos para a solidariedade. Lembrando Madre Cândida: “Ao fim do mundo iria eu, em busca de almas”, pelos cantos de nossa cidade e de nosso país, que também possamos resgatar inúmeras almas que sofrem, caladas, no abandono de seus lares, à espera de alguém que lhes estenda a mão. Não podemos deixar que mais um Sudão sobreviva diante de nossos olhos e coração – este é um convite para que cada um assuma, de fato, seu espírito cristão solidário. Como fazer? Informe-se, pesquise, visite bairros, mobilize-se numa proposta de protagonismo juvenil, convidando colegas; faça campanhas, arrecade alimentos, roupas, brinquedos. Os pequenos gestos ajudam a tornar o mundo melhor. Deixe sua mensagem …

Professores da Área de Ciências Humanas